
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
NÃO...
Afastas-te...
Já percebi!
Não quero, não posso, não aguento...
Mas terei que aceitar o ponto em que desistes de um mundo que, afinal, não era meu nem teu!
O que se construiu vai ficar gravado na minha alma, no mais profundo que será de mim e que nunca perderei por vidas que viva!
Não quero, não posso, não aguento...
Dói largar a tua mão que durante tanto tempo se manteve segura na minha!
Pensar e repensar momentos em que crescemos, em que nos tornámos seguros...
Não quero, não posso, não aguento...
Deixar de ouvir a tua voz!
Seguir o meu caminho sozinha, sem a força de quem nada espera!
Mas caminharei... seguirei... serei...
Tal como tu o farás!
Já percebi!
Não quero, não posso, não aguento...
Mas terei que aceitar o ponto em que desistes de um mundo que, afinal, não era meu nem teu!
O que se construiu vai ficar gravado na minha alma, no mais profundo que será de mim e que nunca perderei por vidas que viva!
Não quero, não posso, não aguento...
Dói largar a tua mão que durante tanto tempo se manteve segura na minha!
Pensar e repensar momentos em que crescemos, em que nos tornámos seguros...
Não quero, não posso, não aguento...
Deixar de ouvir a tua voz!
Seguir o meu caminho sozinha, sem a força de quem nada espera!
Mas caminharei... seguirei... serei...
Tal como tu o farás!
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
TU E EU
Sinto tanta falta do teu ombro...
Onde pousava o meu cansaço e adormecia as minhas angustias...
Onde me deixavas ficar sem perguntas...
Onde entendias o meu mundo sem mesmo o conhecer...
Onde sabias as palavras que me faziam sentido...
Onde olhavas a minha vida com carinho de quem tudo sabe...
Onde era eu e tu e tu e eu!
Onde pousava o meu cansaço e adormecia as minhas angustias...
Onde me deixavas ficar sem perguntas...
Onde entendias o meu mundo sem mesmo o conhecer...
Onde sabias as palavras que me faziam sentido...
Onde olhavas a minha vida com carinho de quem tudo sabe...
Onde era eu e tu e tu e eu!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
SEGREDO
Como chegar ao segredo...
Segredo de um modo de vida!
Atitude...
Força...
Coragem...
Fé... também!
Segredo de um modo de vida!
Atitude...
Força...
Coragem...
Fé... também!
domingo, 31 de agosto de 2008
RESUMO
É tempo de recomeçar!
Renovar o que vale a pena...
Perdoar o que foi...
Lutar pelo que ainda não está perdido...
...E recomeçar.
Amanhã será um novo dia... com certeza!
Que coisas trará?
Renovar o que vale a pena...
Perdoar o que foi...
Lutar pelo que ainda não está perdido...
...E recomeçar.
Amanhã será um novo dia... com certeza!
Que coisas trará?
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
SIMPLICIDADE
Gosto deste verde que se estende no horizonte...
Dos montes ao longe vigiados por pequenas povoações...
Dos telhados vermelhos que despontam onde a folhagem não chega...
Do cheiro a eucaliptal com pinheiro seco num sol abrasador...
Do silêncio onde apenas o vento acorda os sentidos...
Dos caminhos de terra batida e sulcos instáveis que nos deixam ir...
Do Bom Dia que se deseja mesmo a quem nunca se conheceu...
Do cuidar de uma terra que dá o fruto, o pão e a água...
De imaginar como teria sido uma vida assim... sem saber mais nada, apenas o trabalho diário para a sobrevivência diária!
Dos montes ao longe vigiados por pequenas povoações...
Dos telhados vermelhos que despontam onde a folhagem não chega...
Do cheiro a eucaliptal com pinheiro seco num sol abrasador...
Do silêncio onde apenas o vento acorda os sentidos...
Dos caminhos de terra batida e sulcos instáveis que nos deixam ir...
Do Bom Dia que se deseja mesmo a quem nunca se conheceu...
Do cuidar de uma terra que dá o fruto, o pão e a água...
De imaginar como teria sido uma vida assim... sem saber mais nada, apenas o trabalho diário para a sobrevivência diária!
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
COMO?
Estou cansada de não ser nada!
Já não tenho forças para lutar... sinto-me a desistir, aos poucos, de tudo em que acreditava.
Consome-me esta angustia que, em fases, retorna e me desgasta e me faz olhar no espelho e não me reconhecer!
Não quero sentir este peso que me atrasa...
Não gosto de mim com o olhar raso de água, com o sorriso descaido!
Mas não consigo ver de onde virá esse sol... para que me vire e receba os raios que me fortaleçam, regenerem e de, novo, me levem para a vida!
E eu quero viver... viver muito...
Não quero desperdiçar momentos, por emoções que já de si estão perdidas...
Mas como fazer... mas como lutar de novo... mas como acreditar... mas como ganhar essa força... mas como?
Queria a resposta... não sei como obtê-la!
Precisava de palavras que ninguém tem... porque ninguém entende!
Precisava que alguém visse o que eu não consigo ver... mas ninguém consegue!
É dificil chegar até mim... a minha fortaleza transformou-se forte de mais e agora nem eu consigo sair dela!
É preciso encontrar a chave... mas ninguém tem tempo para procurar ou sequer se preocupar!
Estou assim... cansada... desiludida... muito!
Já não tenho forças para lutar... sinto-me a desistir, aos poucos, de tudo em que acreditava.
Consome-me esta angustia que, em fases, retorna e me desgasta e me faz olhar no espelho e não me reconhecer!
Não quero sentir este peso que me atrasa...
Não gosto de mim com o olhar raso de água, com o sorriso descaido!
Mas não consigo ver de onde virá esse sol... para que me vire e receba os raios que me fortaleçam, regenerem e de, novo, me levem para a vida!
E eu quero viver... viver muito...
Não quero desperdiçar momentos, por emoções que já de si estão perdidas...
Mas como fazer... mas como lutar de novo... mas como acreditar... mas como ganhar essa força... mas como?
Queria a resposta... não sei como obtê-la!
Precisava de palavras que ninguém tem... porque ninguém entende!
Precisava que alguém visse o que eu não consigo ver... mas ninguém consegue!
É dificil chegar até mim... a minha fortaleza transformou-se forte de mais e agora nem eu consigo sair dela!
É preciso encontrar a chave... mas ninguém tem tempo para procurar ou sequer se preocupar!
Estou assim... cansada... desiludida... muito!
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
IMPULSO
Começar do zero... de novo... mais uma vez!
Custa! Enfraquece por momentos...
Mas será o impulso de novas conquistas!...
Custa! Enfraquece por momentos...
Mas será o impulso de novas conquistas!...
terça-feira, 29 de julho de 2008
AMOR?
Afinal o que é isso do AMOR?
Procura-se por palavras o que só pode ser explicado por acções...
As emoções são reacções a instintos... que nem se percebe de onde vêem ou como surgem em momentos, tantas vezes, calmos.
Mas estão lá... acomodam-se e esperam que tomemos decisões.
Decisões tantas vezes dificeis!
Amor/Desamor...
Rir/Chorar...
Parece-me estar intrinsecamente ligados.
O que nos pode levar a extrema felicidade num momento, no outro leva-nos a lágrimas, a dor.
Mas se reconhecemos o sentimento de dor, significa que vivemos a sua antitese.
Não há relações perfeitas nem amores perfeitos... há momentos de vivência que nos completam!
E custa saber que o que outrora foi bom, acabou...
Se calhar a dor é isso! Acabar o que seria para sempre!
Procura-se por palavras o que só pode ser explicado por acções...
As emoções são reacções a instintos... que nem se percebe de onde vêem ou como surgem em momentos, tantas vezes, calmos.
Mas estão lá... acomodam-se e esperam que tomemos decisões.
Decisões tantas vezes dificeis!
Amor/Desamor...
Rir/Chorar...
Parece-me estar intrinsecamente ligados.
O que nos pode levar a extrema felicidade num momento, no outro leva-nos a lágrimas, a dor.
Mas se reconhecemos o sentimento de dor, significa que vivemos a sua antitese.
Não há relações perfeitas nem amores perfeitos... há momentos de vivência que nos completam!
E custa saber que o que outrora foi bom, acabou...
Se calhar a dor é isso! Acabar o que seria para sempre!
MAIS ALÉM
Cada dia é uma nova possivel viragem.
É o sol que nasce e tudo se renova...
É o vento que se rebelda, leva e trás nuances do que foi, mas do que poderá ser!
É o pingar de uma chuva quando se acorda, que parece o fim, mas é apenas o inicio, o recomeço, para um novo nascer de um belissimo sol!
Nada na vida merece ser esquecido... sempre lembrado com a experiência de se ter vivido.
Mas temos que perdoar e, na maior parte das vezes, a nós mesmos.
Somos seres de infindáveis sonhos e de esperança, é o que nos faz andar em frente, ainda que, por vezes, meio perdidos!...
É nesse mais "além" que queremos chegar...
E eu espero, que saibamos sempre escolher o caminho certo!
É o sol que nasce e tudo se renova...
É o vento que se rebelda, leva e trás nuances do que foi, mas do que poderá ser!
É o pingar de uma chuva quando se acorda, que parece o fim, mas é apenas o inicio, o recomeço, para um novo nascer de um belissimo sol!
Nada na vida merece ser esquecido... sempre lembrado com a experiência de se ter vivido.
Mas temos que perdoar e, na maior parte das vezes, a nós mesmos.
Somos seres de infindáveis sonhos e de esperança, é o que nos faz andar em frente, ainda que, por vezes, meio perdidos!...
É nesse mais "além" que queremos chegar...
E eu espero, que saibamos sempre escolher o caminho certo!
sexta-feira, 25 de julho de 2008
QUE BOM
"Começa uma nova manhã em mim"
Fico feliz que te encontraste em alguém!
Um beijo de saudade...
Fico feliz que te encontraste em alguém!
Um beijo de saudade...
segunda-feira, 21 de julho de 2008
MOMENTOS
Há histórias felizes...
Há momentos a recordar... pela energia que nos transmitem, pela força que nos dão, pela esperança que nos fazem sentir!
É uma força crescente que se apodera de nós e nos olha com desconfiança, pensando:
"Porque estiveste alguma vez assim?"
Realmente não há razão para nos perdermos.
Relembrar o passado, com o olhar no presente e a visão do futuro... Porque é assim que caminharemos fortes e seguros!
Há momentos a recordar... pela energia que nos transmitem, pela força que nos dão, pela esperança que nos fazem sentir!
É uma força crescente que se apodera de nós e nos olha com desconfiança, pensando:
"Porque estiveste alguma vez assim?"
Realmente não há razão para nos perdermos.
Relembrar o passado, com o olhar no presente e a visão do futuro... Porque é assim que caminharemos fortes e seguros!
quinta-feira, 10 de julho de 2008
LEVA-ME PRA CASA
E aconchega-me.
Deixa-me ficar, assim, quieta.
Num sossego que pode ser tudo, mas que não é nada!
E protege-me.
Dos medos sem fundamento.
Das angustias sem razões.
E salva-me.
Deste peso que me puxa e me dói.
Que não é necessário, mas que se impõe!
E adormece-me.
Num sono profundo.
Numa paz reveladora das minhas respostas!
Deixa-me ficar, assim, quieta.
Num sossego que pode ser tudo, mas que não é nada!
E protege-me.
Dos medos sem fundamento.
Das angustias sem razões.
E salva-me.
Deste peso que me puxa e me dói.
Que não é necessário, mas que se impõe!
E adormece-me.
Num sono profundo.
Numa paz reveladora das minhas respostas!
PARTE INCERTA
Estou mais Só do que Sozinha!
Chega, mostra-me o caminho...
Leva-me pra casa!
"Lucia Moniz - Leva-me Pra Casa"
quarta-feira, 9 de julho de 2008
ÉS TU!
Quem me faz acreditar que é possivel
que o mundo ainda tem uma parte para mim.
Espero pacientemente, mas a espera fere o coração e magoa a alma.
Não páro de esperar, de olhar em frente, tentando ver lá longe onde está a parte que me pertence, esse bocadinho do mundo que me é reservado indefinidamente.
És tu, que mesmo fechada, me vês sem receios e me provocas...
És tu que ainda me fazes acreditar em mim!
Obrigado!
Só tu!
que o mundo ainda tem uma parte para mim.
Espero pacientemente, mas a espera fere o coração e magoa a alma.
Não páro de esperar, de olhar em frente, tentando ver lá longe onde está a parte que me pertence, esse bocadinho do mundo que me é reservado indefinidamente.
És tu, que mesmo fechada, me vês sem receios e me provocas...
És tu que ainda me fazes acreditar em mim!
Obrigado!
Só tu!
quinta-feira, 3 de julho de 2008
VOZ
Procuro algo mais para dizer.
Falta-me a voz.
Se calhar perdeu-se no meio da confusão…
Se calhar desistiu de querer dizer a quem não a ouve…
Se calhar percebeu que não vale mais a pena continuar até à exaustão.
Chegou a hora de preservar.
De manter o que se tem…
Gritar até que a voz me doa já não faz sentido…
O sentido está em quem nos quer ouvir.
Lutar por quem nos luta
Agarrar quem nos agarra.
E a voz voltará com novas palavras, com novas frases, com novos sentidos!
Falta-me a voz.
Se calhar perdeu-se no meio da confusão…
Se calhar desistiu de querer dizer a quem não a ouve…
Se calhar percebeu que não vale mais a pena continuar até à exaustão.
Chegou a hora de preservar.
De manter o que se tem…
Gritar até que a voz me doa já não faz sentido…
O sentido está em quem nos quer ouvir.
Lutar por quem nos luta
Agarrar quem nos agarra.
E a voz voltará com novas palavras, com novas frases, com novos sentidos!
sexta-feira, 13 de junho de 2008
SILÊNCIO
Seis meses de silêncio,
Sem perceber porquê!
Quatro anos de ausência,
Sem nunca perceber porquê!
Deixa-me triste, confusa, perdida até...
Como se pode perder uma harmonia num silêncio arrebatador, numa ausência inexplicável.
Deixas-me assim, sempre, sem respostas...
Não sei como te chamar... acho que já não me ouves, apenas a mim não me ouves...
Que pena sinto por te teres ido sem me teres precavido da tua distância implicitamente fria e silênciosa!
Que pena sinto por já não ser nada para ti!
Nunca esperei... do mundo serias a única pessoa que nunca esperaria!
Mas continuo, mesmo assim, com esperança de ti!
Só assim consigo ser apesar da tristeza, do silêncio, da ausência...
Sem perceber porquê!
Quatro anos de ausência,
Sem nunca perceber porquê!
Deixa-me triste, confusa, perdida até...
Como se pode perder uma harmonia num silêncio arrebatador, numa ausência inexplicável.
Deixas-me assim, sempre, sem respostas...
Não sei como te chamar... acho que já não me ouves, apenas a mim não me ouves...
Que pena sinto por te teres ido sem me teres precavido da tua distância implicitamente fria e silênciosa!
Que pena sinto por já não ser nada para ti!
Nunca esperei... do mundo serias a única pessoa que nunca esperaria!
Mas continuo, mesmo assim, com esperança de ti!
Só assim consigo ser apesar da tristeza, do silêncio, da ausência...
segunda-feira, 9 de junho de 2008
PENSAR
Olho em volta e nada vejo!
Rodopio, giro até ficar tonta...
Tonta de rodar sobre um mesmo.
Tonta por não parar... porque não consigo!
Preciso dissecar o que cá vai, para preparar ou entender o que lá vem!
Como se isso fosse a resposta... a solução para o que é agora!
Há coisas que simplesmente são como são e por mais que tentemos, parece não querer mudar!
Ou será que não tentámos o suficiente?
Penso nisso...
Talvez não seja esse rodopiar tonto que me vai levar ao ponto que desejo... procuro.
Talvez seja bem mais...
Penso nisso...
Rodopio, giro até ficar tonta...
Tonta de rodar sobre um mesmo.
Tonta por não parar... porque não consigo!
Preciso dissecar o que cá vai, para preparar ou entender o que lá vem!
Como se isso fosse a resposta... a solução para o que é agora!
Há coisas que simplesmente são como são e por mais que tentemos, parece não querer mudar!
Ou será que não tentámos o suficiente?
Penso nisso...
Talvez não seja esse rodopiar tonto que me vai levar ao ponto que desejo... procuro.
Talvez seja bem mais...
Penso nisso...
SUSPENSO
Trago muito cá dentro... e, por vezes, é tão pesado que cansa a alma, o corpo, a mente!
Tudo bloqueia e fica meio suspenso num momento que talvez venha a fazer sentido!
Neste momento não faz...
Mas sei que fará... faz sempre, por mais que tantas vezes custe aceitar o que está por detrás de tanto peso!
Tudo bloqueia e fica meio suspenso num momento que talvez venha a fazer sentido!
Neste momento não faz...
Mas sei que fará... faz sempre, por mais que tantas vezes custe aceitar o que está por detrás de tanto peso!
sexta-feira, 16 de maio de 2008
PALAVRAS
Sinto o calor das palavras…
A azafama em se misturarem por entre outras.
Sei que são o que são pela força da sua verdade intrínseca, pelas reacções que trespassam o fingimento fingido.
Poderá ser irreal ou sonho efémero para quem não vê dentro do sentido que se deu.
Sei que são o que são pelo momento de clamor em que mais foi necessário numa conquista diária.
Poderá ser supérfluo quando não se compreende a força de momentos.
Sei que são o que são pela magia que percorre os olhares, o toque, a vontade.
Que bom sentir por palavras o que se sente apenas…
A azafama em se misturarem por entre outras.
Sei que são o que são pela força da sua verdade intrínseca, pelas reacções que trespassam o fingimento fingido.
Poderá ser irreal ou sonho efémero para quem não vê dentro do sentido que se deu.
Sei que são o que são pelo momento de clamor em que mais foi necessário numa conquista diária.
Poderá ser supérfluo quando não se compreende a força de momentos.
Sei que são o que são pela magia que percorre os olhares, o toque, a vontade.
Que bom sentir por palavras o que se sente apenas…
quarta-feira, 14 de maio de 2008
terça-feira, 6 de maio de 2008
"PONTES ENTRE NÓS"
Eu tenho tempo,
Tu tens o chão.
Tens as palavras entre a luz e a escuridão.
Eu tenho a noite
E tu tens a dor
Tens o silêncio que por dentro sei de cor!
E eu
E tu
Perdidos e sós,
Amantes distantes, que nunca caiam as pontes entre nós...
Eu tenho medo,
Tu tens a paz.
Tens a loucura que a manhã ainda te trás.
Eu tenho a terra,
Tu tens as mãos
Tens o desejo que bate em nós, um coração.
E eu
E tu
Perdidos e sós,
Amantes distantes, que nunca caiam as pontes entre nós...
Pedro Abrunhosa " Pontes entre Nós"
Tu tens o chão.
Tens as palavras entre a luz e a escuridão.
Eu tenho a noite
E tu tens a dor
Tens o silêncio que por dentro sei de cor!
E eu
E tu
Perdidos e sós,
Amantes distantes, que nunca caiam as pontes entre nós...
Eu tenho medo,
Tu tens a paz.
Tens a loucura que a manhã ainda te trás.
Eu tenho a terra,
Tu tens as mãos
Tens o desejo que bate em nós, um coração.
E eu
E tu
Perdidos e sós,
Amantes distantes, que nunca caiam as pontes entre nós...
Pedro Abrunhosa " Pontes entre Nós"
quinta-feira, 24 de abril de 2008
VERÃO
Gosto desta coisa que se chama Verão…
Quando acordamos e vemos luz…
Abrimos a janela e sentimos a brisa quente de um vento que, preguiçoso, passa por nós…
Os cheiros são diferentes, quentes, perfumados…
Com sabores frescos, gelados, leves.
São os corpos que se passeiam com naturalidade, energia, desejo… soantes de momentos calmos, vibrantes ou aventureiros…
Gosto do prazer de saborear o tempo, sem demoras, porque o tempo tem mais tempo, a vida tem mais vida, as cores têm mais cor… nesta coisa que se chama Verão!
Quando acordamos e vemos luz…
Abrimos a janela e sentimos a brisa quente de um vento que, preguiçoso, passa por nós…
Os cheiros são diferentes, quentes, perfumados…
Com sabores frescos, gelados, leves.
São os corpos que se passeiam com naturalidade, energia, desejo… soantes de momentos calmos, vibrantes ou aventureiros…
Gosto do prazer de saborear o tempo, sem demoras, porque o tempo tem mais tempo, a vida tem mais vida, as cores têm mais cor… nesta coisa que se chama Verão!
segunda-feira, 21 de abril de 2008
II
…Tinha chegado a hora!
E como em tantos momentos da nossa vida estávamos de novo os dois, sem exigências de qualquer espécie ou temores… até mesmo sem dúvidas!
Éramos, agora, o que sempre havíamos procurado ser… cúmplices na forma de olhar o mundo, na forma de perscrutar os sentimentos!
Sabendo que nada existe que possa ser concebível na nossa forma racional, deixámos de exigir emoções, verdades ou certezas que percebemos, nunca atingiríamos… Deixámo-nos, antes, guiar pela intuição, pela paz da plenitude de quem não procura mais, de quem simplesmente deixa acontecer o inevitável e, aprendendo com ele, se sente mais rica.
Foi, talvez, por isso, que agora nos encontrávamos ali, sem reservas, sabendo que tudo faria sentido quando a imponente portada se abrisse…
E como em tantos momentos da nossa vida estávamos de novo os dois, sem exigências de qualquer espécie ou temores… até mesmo sem dúvidas!
Éramos, agora, o que sempre havíamos procurado ser… cúmplices na forma de olhar o mundo, na forma de perscrutar os sentimentos!
Sabendo que nada existe que possa ser concebível na nossa forma racional, deixámos de exigir emoções, verdades ou certezas que percebemos, nunca atingiríamos… Deixámo-nos, antes, guiar pela intuição, pela paz da plenitude de quem não procura mais, de quem simplesmente deixa acontecer o inevitável e, aprendendo com ele, se sente mais rica.
Foi, talvez, por isso, que agora nos encontrávamos ali, sem reservas, sabendo que tudo faria sentido quando a imponente portada se abrisse…
domingo, 20 de abril de 2008
PORQUE NÃO?
Porque não?
Porque não... existir sem medo do que possa vir!
Porque não... viver, como se não houvesse amanhã... como se a forma de estar e ser pertencesse apenas a nós... como se não existisse mais ninguém que nos bloqueasse a força de continuar!
Porque não... acreditar no que acreditamos e continuar a acreditar apesar das vozes que se levantam!
Porque não... seguir o rumo que nos puxa, por vezes nos arrasta, mas que nos leva!
Porque não... crêr nos sonhos que nos perpetuam a vontade de chegar lá... neles... que são o que achamos ser!
Porque não... rir e chorar!
Porque não... adormecer e acordar, aceitando como tudo é!
Porque não... deixar de lutar contra demónios que são nossos de idealizações passadas!
Porque não... olhar o passado com a visão do futuro!
Porque não... sermos vidas de vidas já vividas e ainda por viver!
Porque não... amar só porque sim!
Porque não?
Porque não... existir sem medo do que possa vir!
Porque não... viver, como se não houvesse amanhã... como se a forma de estar e ser pertencesse apenas a nós... como se não existisse mais ninguém que nos bloqueasse a força de continuar!
Porque não... acreditar no que acreditamos e continuar a acreditar apesar das vozes que se levantam!
Porque não... seguir o rumo que nos puxa, por vezes nos arrasta, mas que nos leva!
Porque não... crêr nos sonhos que nos perpetuam a vontade de chegar lá... neles... que são o que achamos ser!
Porque não... rir e chorar!
Porque não... adormecer e acordar, aceitando como tudo é!
Porque não... deixar de lutar contra demónios que são nossos de idealizações passadas!
Porque não... olhar o passado com a visão do futuro!
Porque não... sermos vidas de vidas já vividas e ainda por viver!
Porque não... amar só porque sim!
Porque não?
quarta-feira, 16 de abril de 2008
DESILUSÃO
Tira-nos um bocadinho de cada vez…
Suga a fé de acreditar, de crer no que somos um para o outro…
Rouba-nos a alma e o passado vivido de momentos...
Faz-nos duvidar de certezas conquistadas e reservadas em nós como pequeninos tesouros… a essência.
É uma dor que fica, ali… guardada… protegida pelo medo de nos enganarmos, mas já com a certeza que não nos vamos enganar…
É a esperança de o mudar com um sorriso triste, com um olhar cansado, com a ausência de palavras…
Esperança que se perde a cada instante esquecido…
E dói, como dói… faz-nos retrair e ficar ali… sossegadinhos... para que não nos magoemos de novo… para que a dor não volte e, de novo, nos faça perder mais um bocadinho!...
Suga a fé de acreditar, de crer no que somos um para o outro…
Rouba-nos a alma e o passado vivido de momentos...
Faz-nos duvidar de certezas conquistadas e reservadas em nós como pequeninos tesouros… a essência.
É uma dor que fica, ali… guardada… protegida pelo medo de nos enganarmos, mas já com a certeza que não nos vamos enganar…
É a esperança de o mudar com um sorriso triste, com um olhar cansado, com a ausência de palavras…
Esperança que se perde a cada instante esquecido…
E dói, como dói… faz-nos retrair e ficar ali… sossegadinhos... para que não nos magoemos de novo… para que a dor não volte e, de novo, nos faça perder mais um bocadinho!...
domingo, 13 de abril de 2008
?
Que fazes neste mundo?
Quem és afinal?
Porque entraste num momento que apesar de ser o teu não parece nada.
Nada é o que parece ser numa viagem intemporal, inexplicável...
Onde o rumo das coisas não parece definir-se para a tua segurança, força e crescimento...
Sentes-te capaz, mas confuso... ou será perdido num caminho qualquer!
Sentaste-te numa redoma que te alberga... que te leva e te traz, mas não te faz ser!
Precisas de mais, mas não sabes a quem pedir ou como pedir...
A sensatez inibe-te, numa confiança falsa e temerosa!
O ridículo ou o seu medo... perde-te!
Nada faz sentido...
Está estagnado... um rumo que não se sabe qual é!
Quem és afinal?
Porque entraste num momento que apesar de ser o teu não parece nada.
Nada é o que parece ser numa viagem intemporal, inexplicável...
Onde o rumo das coisas não parece definir-se para a tua segurança, força e crescimento...
Sentes-te capaz, mas confuso... ou será perdido num caminho qualquer!
Sentaste-te numa redoma que te alberga... que te leva e te traz, mas não te faz ser!
Precisas de mais, mas não sabes a quem pedir ou como pedir...
A sensatez inibe-te, numa confiança falsa e temerosa!
O ridículo ou o seu medo... perde-te!
Nada faz sentido...
Está estagnado... um rumo que não se sabe qual é!
quinta-feira, 3 de abril de 2008
LUA
Com a lua vimos o tempo passar!
Ficámos ali, vendo-a girar lentamente sobre um mundo adormecido.
Dizíamos nós que ela parecia fugir do sol…
Aproximámo-nos… os olhares cruzaram o céu e as estrelas…
Que importava… nada mais seria o mesmo.
A natureza seguia o seu rumo natural…
O sol iria reaparecer...
E os olhares transformar-se-iam em verdades gratificantes!
Ficámos ali, vendo-a girar lentamente sobre um mundo adormecido.
Dizíamos nós que ela parecia fugir do sol…
Aproximámo-nos… os olhares cruzaram o céu e as estrelas…
Que importava… nada mais seria o mesmo.
A natureza seguia o seu rumo natural…
O sol iria reaparecer...
E os olhares transformar-se-iam em verdades gratificantes!
terça-feira, 1 de abril de 2008
MOMENTOS
São momentos que não se explicam, porque não se podem explicar!
São emoções e sensações explanadas pela intensidade de quem descobre algo de novo… Já não luto contra, deixei-me levar pelo prazer de estar viva e de poder ser o que sou, sem pudor do que não sei…
Perdi lágrimas por não sentir quem era afinal... mas agora percebo mais um pouco… sei mais um pouco… permiti-me abraçar estas pequenas conquistas que se fazem a medos, mas que são o melhor sabor de um gelado com cobertura de chocolate quente!
Sim, a vida pode ser doce e boa e mágica…
Pode ser filha da mãe e madrasta…
Mas será sempre o que fizermos dela por nós!
São emoções e sensações explanadas pela intensidade de quem descobre algo de novo… Já não luto contra, deixei-me levar pelo prazer de estar viva e de poder ser o que sou, sem pudor do que não sei…
Perdi lágrimas por não sentir quem era afinal... mas agora percebo mais um pouco… sei mais um pouco… permiti-me abraçar estas pequenas conquistas que se fazem a medos, mas que são o melhor sabor de um gelado com cobertura de chocolate quente!
Sim, a vida pode ser doce e boa e mágica…
Pode ser filha da mãe e madrasta…
Mas será sempre o que fizermos dela por nós!
quinta-feira, 27 de março de 2008
ONDE
Vais agora com pressa…
Com pressa de chegar, onde… não sei!
Mas penso, porque não irei eu também, com a mesma pressa de chegar até onde sei!
Com pressa de chegar, onde… não sei!
Mas penso, porque não irei eu também, com a mesma pressa de chegar até onde sei!
quarta-feira, 26 de março de 2008
REVOLTO
Mar picado que te agitaste contra a calmaria que te adormecia!
Tornaste-te forte, capaz e por revolto te manifestaste...
Quem me dera ser como tu e me tornar revolto, sem medo de alguém tombar no fervilhar da minha corrente!
Tornaste-te forte, capaz e por revolto te manifestaste...
Quem me dera ser como tu e me tornar revolto, sem medo de alguém tombar no fervilhar da minha corrente!
terça-feira, 18 de março de 2008
LUZ
Olho para o céu e todos os dias as mesmas nuvens…
O mesmo frio…
O mesmo vento…
A mesma chuva… repentina… que vem e passa, como o choro de quem sofre quando a recordação dói!
Espero pelos raios… que aquecem a alma…
Inundam de energia… vontade…
De conquistar e ser!
Tudo parece melhor, mais fácil, simples…
O mesmo frio…
O mesmo vento…
A mesma chuva… repentina… que vem e passa, como o choro de quem sofre quando a recordação dói!
Espero pelos raios… que aquecem a alma…
Inundam de energia… vontade…
De conquistar e ser!
Tudo parece melhor, mais fácil, simples…
segunda-feira, 17 de março de 2008
POR AQUI
O que tenho já não me chega!
O que espero não vem!
O que ambiciono já não sei!
Vivo por aqui,
Por vezes sem saber bem como ou porquê…
Nesta época em que somos todos iguais e diferentes, activos e passivos…
Onde achamos saber tudo, mas nada fomos para o saber!
Estou esquecida,
Mas ainda me lembro do que quis…
Do que procurei, achei, perdi, reencontrei e perdi de novo!
Do tanto que achei ser diferente e afinal se tornou no que sou!
Nada me faz arrepender, mas tudo me questiona…
Como e porquê!
Mas existem respostas que nunca o serão realmente…
Há mais por desvendar e mais caminhos por onde ir!
Serei sempre ser de fé e de esperança.
E saberei que a procura é o que nos leva ao destino…
E as respostas serão a vivência de dias e momentos…
Seremos o que quisermos…
A força leva-nos lá!
O que espero não vem!
O que ambiciono já não sei!
Vivo por aqui,
Por vezes sem saber bem como ou porquê…
Nesta época em que somos todos iguais e diferentes, activos e passivos…
Onde achamos saber tudo, mas nada fomos para o saber!
Estou esquecida,
Mas ainda me lembro do que quis…
Do que procurei, achei, perdi, reencontrei e perdi de novo!
Do tanto que achei ser diferente e afinal se tornou no que sou!
Nada me faz arrepender, mas tudo me questiona…
Como e porquê!
Mas existem respostas que nunca o serão realmente…
Há mais por desvendar e mais caminhos por onde ir!
Serei sempre ser de fé e de esperança.
E saberei que a procura é o que nos leva ao destino…
E as respostas serão a vivência de dias e momentos…
Seremos o que quisermos…
A força leva-nos lá!
sexta-feira, 14 de março de 2008
COMO ENTENDER?
Não te entendo...
Juro que não!
Poderias ser livre e voar...
aproveitar marés e ventos que te levassem onde sonhasses...
Tens tudo para tudo teres!
Mas preferes aí estar... nessa passividade de quem espera uma migalha!
De quem se deixar estar...
De quem quase parece desistir de lutar... mas lutar por si!
Não entendo...
Deixas-te ficar nessa espera infrutífera...
Anulas o ser que há em ti, para depois o dares como se nada te valesse!
Que pena quando te olho e não te vejo...
Sim, eu sei, que também tu tens o teu tempo...
Que também tu aprenderás como...
Como ser,
Como amar,
Como viver,
Sem nunca esqueceres que és de TI!
Juro que não!
Poderias ser livre e voar...
aproveitar marés e ventos que te levassem onde sonhasses...
Tens tudo para tudo teres!
Mas preferes aí estar... nessa passividade de quem espera uma migalha!
De quem se deixar estar...
De quem quase parece desistir de lutar... mas lutar por si!
Não entendo...
Deixas-te ficar nessa espera infrutífera...
Anulas o ser que há em ti, para depois o dares como se nada te valesse!
Que pena quando te olho e não te vejo...
Sim, eu sei, que também tu tens o teu tempo...
Que também tu aprenderás como...
Como ser,
Como amar,
Como viver,
Sem nunca esqueceres que és de TI!
quarta-feira, 12 de março de 2008
ANDEI POR AÍ
Hoje andei por aí…
Vaguei por onde nunca conheci, mas que me pareceu certo e real.
Sem certezas de nada, percorri momentos, indaguei solidões, percebi expressões.
Hoje foi mais um dia,
Em que o final permaneceu incompreensível,
Os sonhos se desfizeram e as manifestações se perderam.
Hoje foi a verdade,
Do que seria, poderia ser, mas que nunca foi.
Realidades perdidas, não sofridas, apenas vigilantes no mais íntimo do que possa ser!
Hoje, só hoje,
Foi o que sempre foi, mas quem sabe o que seria, afinal!
Vaguei por onde nunca conheci, mas que me pareceu certo e real.
Sem certezas de nada, percorri momentos, indaguei solidões, percebi expressões.
Hoje foi mais um dia,
Em que o final permaneceu incompreensível,
Os sonhos se desfizeram e as manifestações se perderam.
Hoje foi a verdade,
Do que seria, poderia ser, mas que nunca foi.
Realidades perdidas, não sofridas, apenas vigilantes no mais íntimo do que possa ser!
Hoje, só hoje,
Foi o que sempre foi, mas quem sabe o que seria, afinal!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
FAZES-ME FALTA...
Nem sei bem como...
Nem sei bem porquê...
Mas penso,
No teu sorriso,
Na vontade que tenho de rir contigo...
No teu olhar,
Que desnuda, revela intensidades fogazes...
No teu abraço,
Que envolve, que protege, que deseja...
No teu ar de inocência crescida,
Que me faz querer pegar-te e...
Fazes-me falta...
Nem sei bem como...
Nem sei bem porquê!
Nem sei bem porquê...
Mas penso,
No teu sorriso,
Na vontade que tenho de rir contigo...
No teu olhar,
Que desnuda, revela intensidades fogazes...
No teu abraço,
Que envolve, que protege, que deseja...
No teu ar de inocência crescida,
Que me faz querer pegar-te e...
Fazes-me falta...
Nem sei bem como...
Nem sei bem porquê!
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
I
Céu negro, sombrio lá longe, aproximando-se violentamente pela encosta fora.
Pensámos conseguir vencê-lo pela corrida, mas qual zanga incontida, ouve-se o trovejar que intimida até a alma.
Parados, incrédulos pela força de tal manifestação repentina, sentimos o pingar cada vez mais forte de uma água que parece benta, mas que de fria, gela até os ossos e sentimos a urgência da fuga.
Corremos aventureiros, fugazes na descida, sentindo nos pés o deslize da água com a relva… quase caímos pela ansiedade da chegada e como que apanhados na encruzilhada da natureza, perdemo-nos.
A chuva cai e de pingas surge o dilúvio. Tentamos ainda assim perceber o rumo certo, baralhados pela semelhança dos mesmos arbustos, da mesma relva, das mesmas árvores e como o dia se transformasse em noite, olhar ao longe era místico e imperceptível. Com o olhar embaciado pela imensidão de chuva, as dificuldades em achar alguma referência eram imensas, mas um novo trovejar iluminou o espaço e, assim, se vislumbrou o cimo da torre.
Mais uma vez, a corrida perigosa, sinuosa e escorregadia. De que adiantava tanto correr quando poderíamos saborear o momento da descoberta, de sentir no corpo a batida forte, relaxante, até, de uma chuva que parecia querer lavar a alma.
Seguimos, então, de mãos dadas calmamente amparados pela paz, pela certeza, pela confiança, pela segurança de escolhas, de momentos, de experiências…
Chegámos!
E no cimo da torre o sino tocou três vezes em uníssono com o bater da chuva no telhado, e como que em celebração pela magia do momento, a chuva parou… o silêncio reinou e nós olhámos um para o outro…
Tinha chegado a hora…
Pensámos conseguir vencê-lo pela corrida, mas qual zanga incontida, ouve-se o trovejar que intimida até a alma.
Parados, incrédulos pela força de tal manifestação repentina, sentimos o pingar cada vez mais forte de uma água que parece benta, mas que de fria, gela até os ossos e sentimos a urgência da fuga.
Corremos aventureiros, fugazes na descida, sentindo nos pés o deslize da água com a relva… quase caímos pela ansiedade da chegada e como que apanhados na encruzilhada da natureza, perdemo-nos.
A chuva cai e de pingas surge o dilúvio. Tentamos ainda assim perceber o rumo certo, baralhados pela semelhança dos mesmos arbustos, da mesma relva, das mesmas árvores e como o dia se transformasse em noite, olhar ao longe era místico e imperceptível. Com o olhar embaciado pela imensidão de chuva, as dificuldades em achar alguma referência eram imensas, mas um novo trovejar iluminou o espaço e, assim, se vislumbrou o cimo da torre.
Mais uma vez, a corrida perigosa, sinuosa e escorregadia. De que adiantava tanto correr quando poderíamos saborear o momento da descoberta, de sentir no corpo a batida forte, relaxante, até, de uma chuva que parecia querer lavar a alma.
Seguimos, então, de mãos dadas calmamente amparados pela paz, pela certeza, pela confiança, pela segurança de escolhas, de momentos, de experiências…
Chegámos!
E no cimo da torre o sino tocou três vezes em uníssono com o bater da chuva no telhado, e como que em celebração pela magia do momento, a chuva parou… o silêncio reinou e nós olhámos um para o outro…
Tinha chegado a hora…
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
ÂNSIAS
Sondo as ânsias que me vão por dentro…
Tento ler, perscrutar emoções,
Se serão elas que me toldam os sentidos e enevoam …
Estarei cega ou confusa…
Ou saberei, afinal, o que sou!
Parece-me lógico, banal até… olho e vejo, sinto e entendo… sem subterfúgios ou irrealidades inventadas.
É o que é!
Sei o que sei!
Sinto o que sinto!
Ludibriada, enganada…
Estarei, serei?
Quanto mais procuro, mais a resposta me surge com a mesma redundância, com o mesmo ímpeto de uma vida já vivida… de consequências já sofridas…
Sondo as ânsias que me vão por dentro… e sei que não quero de novo o que já foi!
Tento ler, perscrutar emoções,
Se serão elas que me toldam os sentidos e enevoam …
Estarei cega ou confusa…
Ou saberei, afinal, o que sou!
Parece-me lógico, banal até… olho e vejo, sinto e entendo… sem subterfúgios ou irrealidades inventadas.
É o que é!
Sei o que sei!
Sinto o que sinto!
Ludibriada, enganada…
Estarei, serei?
Quanto mais procuro, mais a resposta me surge com a mesma redundância, com o mesmo ímpeto de uma vida já vivida… de consequências já sofridas…
Sondo as ânsias que me vão por dentro… e sei que não quero de novo o que já foi!
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
GIVE UP
Sabes,
Ontem ouvi o sino que tocava lá longe…
O vento deve ter trazido até mim o seu percutar!
Não me deu esperança, nem força… foi apenas mais um momento em que ergui os pesados olhos face a algo familiar, mas que me deixei estar impávida, morta! Sem forças para sequer um grunhido de desprezo pelo incómodo!
Ali fiquei prostrada, caída, perdida.
Ali fiquei abandonada pelo meu próprio abandono, sozinha pela minha própria solidão.
Sem capacidade de ser, de viver… desistência efémera de uma qualquer incerteza até já esquecida!...
Ontem ouvi o sino que tocava lá longe…
O vento deve ter trazido até mim o seu percutar!
Não me deu esperança, nem força… foi apenas mais um momento em que ergui os pesados olhos face a algo familiar, mas que me deixei estar impávida, morta! Sem forças para sequer um grunhido de desprezo pelo incómodo!
Ali fiquei prostrada, caída, perdida.
Ali fiquei abandonada pelo meu próprio abandono, sozinha pela minha própria solidão.
Sem capacidade de ser, de viver… desistência efémera de uma qualquer incerteza até já esquecida!...
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
TELA
Pinceladas de formas incertas…
Movimentos perdidos em tela imaculada,
Preenchendo vazios, enchendo de cor…
Movimentos perdidos em tela imaculada,
Preenchendo vazios, enchendo de cor…
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
...
...uma gota caiu…
O som manifestou-se pacificamente, ecoando nas profundezas de um pensamento esquecido, apagado, resignado!
Leves ondulações perpassam a corrente de emoções e embatem no que poderia ser uma solidez edificante.
Mas passou, simplesmente… deixando, então, uma réstia de esperança!
De uma calmaria enervante, por vezes avassaladora, surge a torrente de despojos que perpetuam coisas infundadas…
De uma gota apenas, surge o rio que lava margens, arrasta torrões e edifica terras.
O som transforma-se numa tempestade granítica, força ensurdecedora, que bate, magoa, dói, fere, mas heroicamente sobrevive!
E na tempestade descobre-se a robustez, força… certezas garantidas pela dor já sofrida, mas ganha.
De um rio nascem mares e oceanos, perpetuando, purificando percursos, ganhando formas por entre a inerência da possibilidade… forjando expectativas… revolvendo sentimentos deslembrados…
Nova gota desliza agora, silenciosa, absoluta na sua essência e no destino que a aguarda tão naturalmente!...
O som manifestou-se pacificamente, ecoando nas profundezas de um pensamento esquecido, apagado, resignado!
Leves ondulações perpassam a corrente de emoções e embatem no que poderia ser uma solidez edificante.
Mas passou, simplesmente… deixando, então, uma réstia de esperança!
De uma calmaria enervante, por vezes avassaladora, surge a torrente de despojos que perpetuam coisas infundadas…
De uma gota apenas, surge o rio que lava margens, arrasta torrões e edifica terras.
O som transforma-se numa tempestade granítica, força ensurdecedora, que bate, magoa, dói, fere, mas heroicamente sobrevive!
E na tempestade descobre-se a robustez, força… certezas garantidas pela dor já sofrida, mas ganha.
De um rio nascem mares e oceanos, perpetuando, purificando percursos, ganhando formas por entre a inerência da possibilidade… forjando expectativas… revolvendo sentimentos deslembrados…
Nova gota desliza agora, silenciosa, absoluta na sua essência e no destino que a aguarda tão naturalmente!...
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
BELIEVING
I waited a life time for this!
Will it ever come…
Is it possible to surrender life
And fight to what is yet to come?
I can’t explain,
The thoughts running trough my head
At speed of light
So strong, so intense, so unreal… sometimes!
But I’m still here,
Believing…
Although time run so fast… and hope gets tired and weak!
I’m here…
My feet on the ground…
Whispering secrets by the wind…
Crying when everything seems hopeless,
But here!
Never forgetting…
Always knowing my place… my wishes… my beliefs!
Fighting for!
Hoping for!
Will it ever come…
Is it possible to surrender life
And fight to what is yet to come?
I can’t explain,
The thoughts running trough my head
At speed of light
So strong, so intense, so unreal… sometimes!
But I’m still here,
Believing…
Although time run so fast… and hope gets tired and weak!
I’m here…
My feet on the ground…
Whispering secrets by the wind…
Crying when everything seems hopeless,
But here!
Never forgetting…
Always knowing my place… my wishes… my beliefs!
Fighting for!
Hoping for!
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
H.
Olho para trás…
É lá que estás…
E é lá que te procuro… que chamo por ti!
É lá que vou buscar as recordações que me fazem ter esperança… que me ajudam a acreditar que continuas aqui!
Todos os dias sinto a saudade do que ficou nunca esquecido!
Mas estás longe,
Porque, também tu tinhas medo e era o teu momento de te salvares e, por isso, foste sozinho na tua cruzada… deixaste para trás muitos que te precisavam, mas nada poderias fazer… era este o teu momento e tinhas que o viver independentemente de quem te queria segurar!
Um pequeno ser te transformou…
Uma pequena alma te chamou e te chama… te diz que é ali que tens que estar e amar!
Proteger…
Cuidar!
É por ela agora que lutas… conquistas… vives e sonhas!
É por ela que tudo vale a pena…
Por isso tenho orgulho em ti…
Por isso aqui estarei presente para quando regressares te dar o abraço guardado há já muito tempo!
És uma luz que preenche incondicionalmente a minha alma…
Que me inspira a lutar pela força intrínseca…
Contigo vejo o mundo com outra coragem e deixo de ter medo de acreditar!
É lá que estás…
E é lá que te procuro… que chamo por ti!
É lá que vou buscar as recordações que me fazem ter esperança… que me ajudam a acreditar que continuas aqui!
Todos os dias sinto a saudade do que ficou nunca esquecido!
Mas estás longe,
Porque, também tu tinhas medo e era o teu momento de te salvares e, por isso, foste sozinho na tua cruzada… deixaste para trás muitos que te precisavam, mas nada poderias fazer… era este o teu momento e tinhas que o viver independentemente de quem te queria segurar!
Um pequeno ser te transformou…
Uma pequena alma te chamou e te chama… te diz que é ali que tens que estar e amar!
Proteger…
Cuidar!
É por ela agora que lutas… conquistas… vives e sonhas!
É por ela que tudo vale a pena…
Por isso tenho orgulho em ti…
Por isso aqui estarei presente para quando regressares te dar o abraço guardado há já muito tempo!
És uma luz que preenche incondicionalmente a minha alma…
Que me inspira a lutar pela força intrínseca…
Contigo vejo o mundo com outra coragem e deixo de ter medo de acreditar!
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
ASK WHY
There she is!
The vision of her on your mind, on your thoughts!
And you don't understand why...
Why is she so intense...
So strong on your wishes...
Why daes she blocks the sun in your life?
Why can't you move on without her image?
And there she is!
Everyday... yes...
Everyday when you wake up...
There she is!
When you think why... and you ask why!
But there's no answer!
Only your heart know...
Only your soul feel...
Only the wishes of her can explain so much...
Maybe...
Sonner...
You will find out the strength of an unsolved reason!
The vision of her on your mind, on your thoughts!
And you don't understand why...
Why is she so intense...
So strong on your wishes...
Why daes she blocks the sun in your life?
Why can't you move on without her image?
And there she is!
Everyday... yes...
Everyday when you wake up...
There she is!
When you think why... and you ask why!
But there's no answer!
Only your heart know...
Only your soul feel...
Only the wishes of her can explain so much...
Maybe...
Sonner...
You will find out the strength of an unsolved reason!
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
HOJE É O TEU DIA!
Hoje é o teu dia!
E está tudo bem!
Podes de novo renascer…
Pegar na espada que te sustenta e ostentá-la… para que vejam como és forte!
Rumar ao centro das emoções e retirar o que te parece incompreensível...
Podes de novo acreditar…
Saber que és mais… que tudo podes… se o sentires!
Sorrir pela verdade interior que realmente és…
Perceberes que no teu íntimo estão todas as tuas respostas!
Podes de novo ser quem queiras…
Sair do casulo e voar pela liberdade de um vasto céu.
Cheirar cheiros, sentir sentimentos, sonhar sonhos, viver vidas!
Abrir asas e ser!
E está tudo bem!
Podes de novo renascer…
Pegar na espada que te sustenta e ostentá-la… para que vejam como és forte!
Rumar ao centro das emoções e retirar o que te parece incompreensível...
Podes de novo acreditar…
Saber que és mais… que tudo podes… se o sentires!
Sorrir pela verdade interior que realmente és…
Perceberes que no teu íntimo estão todas as tuas respostas!
Podes de novo ser quem queiras…
Sair do casulo e voar pela liberdade de um vasto céu.
Cheirar cheiros, sentir sentimentos, sonhar sonhos, viver vidas!
Abrir asas e ser!
UM SÓ!
Olhei para vocês… e vi!
Vi quem são como um só…
Energia cúmplice… de quem gosta, de quem olha e vê quem quer e precisa para ser completo!
O toque discreto, mas protector, de quem diz estou aqui… preciso de ti… quero-te aqui bem junto a mim!
É bom ver-vos assim… tão próximos no olhar, na admiração, na saudade da distância imposta pela ambição de um sonho!
É bom perceber que quem tinha dúvidas se aproximou, se rendeu e agora procura o abraço de quem o faz feliz, afinal!
Gosto de vos ver assim… como um só!
Vi quem são como um só…
Energia cúmplice… de quem gosta, de quem olha e vê quem quer e precisa para ser completo!
O toque discreto, mas protector, de quem diz estou aqui… preciso de ti… quero-te aqui bem junto a mim!
É bom ver-vos assim… tão próximos no olhar, na admiração, na saudade da distância imposta pela ambição de um sonho!
É bom perceber que quem tinha dúvidas se aproximou, se rendeu e agora procura o abraço de quem o faz feliz, afinal!
Gosto de vos ver assim… como um só!
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
SERÁ?
Será esta a bonança depois da tempestade?
Será isto o que falam?
Paz... calmaria... ponderação... reflexão!
Ou será este o momento de preparação para o que mais aí vem?
O recarregar de energias... de forças... de vontades!
Confesso alguma surpresa e dificuldade em entender, mas aceito... e aguardo... quem sabe que surpresas nos aguardam!
Será isto o que falam?
Paz... calmaria... ponderação... reflexão!
Ou será este o momento de preparação para o que mais aí vem?
O recarregar de energias... de forças... de vontades!
Confesso alguma surpresa e dificuldade em entender, mas aceito... e aguardo... quem sabe que surpresas nos aguardam!
sábado, 12 de janeiro de 2008
NUNCA É UM ADEUS!
Desejaste encontrar no teu sol, o raio que te levasse até lá!
Lá... onde a conquista acontece, onde o sonho se realiza e onde a força se transforma!
E,
porque pediste,
porque desejaste,
porque sonhaste,
ele deu-te, não um, mas todos os raios, para que com eles possas brilhar e iluminar cada viagem... cada viagem de encontro ao que queres para o teu sonho se realizar, se transformar em essência da tua alma e, assim, possas ser, de certeza, feliz!
Não estarás nunca sozinho... porque mesmo numa viagem que parece solitária, carregarás a presença dos que ficam, dos que te querem por saberem quem és e quem representas para eles!
E eles aqui estarão... tão, tão perto de ti... e contigo lutarão, pela tua conquista, pelo teu trabalho, pelo teu futuro, pelo teu sonho!
As lágrimas que possam cair são de união, orgulho, alegria entre amigos que se querem e se protegem!
São lágrimas de esperança... quem sabe não apanharão eles também boleia num dos teus raios... quem sabe não serás tu a ponte para chegar ao outro lado!
Mas de tudo isto serás vencedor... vencedor de opacidades reveladas... forças conquistadas... méritos reconhecidos... verdades descobertas... dúvidas esclarecidas... medos ultrpassados!
A fonte de uma imensa explanação espiritual, mental e física está a começar com a garra de quem agora tudo pode querer!
Nunca é um adeus, mas um força e coragem para apenas mais uma das muitas aventuras da vida!...
Lá... onde a conquista acontece, onde o sonho se realiza e onde a força se transforma!
E,
porque pediste,
porque desejaste,
porque sonhaste,
ele deu-te, não um, mas todos os raios, para que com eles possas brilhar e iluminar cada viagem... cada viagem de encontro ao que queres para o teu sonho se realizar, se transformar em essência da tua alma e, assim, possas ser, de certeza, feliz!
Não estarás nunca sozinho... porque mesmo numa viagem que parece solitária, carregarás a presença dos que ficam, dos que te querem por saberem quem és e quem representas para eles!
E eles aqui estarão... tão, tão perto de ti... e contigo lutarão, pela tua conquista, pelo teu trabalho, pelo teu futuro, pelo teu sonho!
As lágrimas que possam cair são de união, orgulho, alegria entre amigos que se querem e se protegem!
São lágrimas de esperança... quem sabe não apanharão eles também boleia num dos teus raios... quem sabe não serás tu a ponte para chegar ao outro lado!
Mas de tudo isto serás vencedor... vencedor de opacidades reveladas... forças conquistadas... méritos reconhecidos... verdades descobertas... dúvidas esclarecidas... medos ultrpassados!
A fonte de uma imensa explanação espiritual, mental e física está a começar com a garra de quem agora tudo pode querer!
Nunca é um adeus, mas um força e coragem para apenas mais uma das muitas aventuras da vida!...
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
SEI QUE...
Sei que me olhas e que me esperas,
Com tempo…
O tempo que só quem sabe, entende!
Sei que me proteges e guardas,
Com carinho…
O carinho que só quem gosta, consegue!
Sei que me abraças e me seguras,
Com força…
A força que só quem luta pela vida, sabe ter!
Sei que me conquistas, todos os dias,
Com sabedoria inata de quem sabe ser…
Com carinho perpétuo de quem sabe gostar!
Com tempo…
O tempo que só quem sabe, entende!
Sei que me proteges e guardas,
Com carinho…
O carinho que só quem gosta, consegue!
Sei que me abraças e me seguras,
Com força…
A força que só quem luta pela vida, sabe ter!
Sei que me conquistas, todos os dias,
Com sabedoria inata de quem sabe ser…
Com carinho perpétuo de quem sabe gostar!
SENTIR!
Abrir os braços,
Fechar os olhos,
Respirar fundo,
E sentir… apenas sentir!
O vento a passar suavemente…
A chuva a cair no rosto…
As lágrimas escorrendo…
O soluçar dorido de uma angústia que não se explica!
Fechar os olhos,
Respirar fundo,
E sentir… apenas sentir!
O vento a passar suavemente…
A chuva a cair no rosto…
As lágrimas escorrendo…
O soluçar dorido de uma angústia que não se explica!
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
TANTO que ÉS de MIM
Foste a primeira que me seguiu!
Que quis mais...
Perceber!
Conhecer... quem sabe, do que ainda não sabes!
E mais desvendar: talvez sentimentos!
Mas foste tu quem quis...
Que procuraste e que encontraste!
Que seguiste o teu rumo de encontro ao meu...
Para que lado a lado pudessemos crescer...
E assim sermos o que somos, mas mais!
Terás sempre de mim o que achares ser para ti!
Guardarei sempre a recordação da tua busca,
E do teu momento simples em que acreditaste no que sou,
Em que me dás força para o caminho em frente...
E porque sou de ti o que tu és de mim...
Estarei de guarda... de vigia para que nunca me esqueça do que és!
Para que faças sempre parte de um mundo fechado em mim!
Mas que deixo entrar quem sabe o sentido desse mundo!
Obrigado por TANTO que ÉS de MIM!
Que quis mais...
Perceber!
Conhecer... quem sabe, do que ainda não sabes!
E mais desvendar: talvez sentimentos!
Mas foste tu quem quis...
Que procuraste e que encontraste!
Que seguiste o teu rumo de encontro ao meu...
Para que lado a lado pudessemos crescer...
E assim sermos o que somos, mas mais!
Terás sempre de mim o que achares ser para ti!
Guardarei sempre a recordação da tua busca,
E do teu momento simples em que acreditaste no que sou,
Em que me dás força para o caminho em frente...
E porque sou de ti o que tu és de mim...
Estarei de guarda... de vigia para que nunca me esqueça do que és!
Para que faças sempre parte de um mundo fechado em mim!
Mas que deixo entrar quem sabe o sentido desse mundo!
Obrigado por TANTO que ÉS de MIM!
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
A MÃO QUE SEGUROU A MINHA
Afinal sempre sabes quem sou!
Pensei que distraído te pudesse embriagar e assim te escapar!
Mas foste rápido e perspicaz, demais, até, eu diria!
Percebeste em mim, o medo que tinha de revelar essências... essências de erros...
De mostrar, afinal, que sou ser... acometido por incapazes reflexões e de atitudes, à partida, inconcebíveis...
Mas, sim, fui eu que já me perdi e me reencontrei...
Fui eu que deixei tudo fugir por entre os esguios dedos da minha mão, mas que agora procuro tapar qualquer fenda aberta!
Foste capaz de chegar ao centro de uma angústia que me perseguia e que agora me faz, apenas, ter pudor!
Pudor de mim e de um quase abismo emocional! Mas que lutei, esperneei e me reergui!
Obrigado porque me entendeste...
Obrigado porque ficaste, ainda assim, a meu lado...
A mão que segurou a minha!
Pensei que distraído te pudesse embriagar e assim te escapar!
Mas foste rápido e perspicaz, demais, até, eu diria!
Percebeste em mim, o medo que tinha de revelar essências... essências de erros...
De mostrar, afinal, que sou ser... acometido por incapazes reflexões e de atitudes, à partida, inconcebíveis...
Mas, sim, fui eu que já me perdi e me reencontrei...
Fui eu que deixei tudo fugir por entre os esguios dedos da minha mão, mas que agora procuro tapar qualquer fenda aberta!
Foste capaz de chegar ao centro de uma angústia que me perseguia e que agora me faz, apenas, ter pudor!
Pudor de mim e de um quase abismo emocional! Mas que lutei, esperneei e me reergui!
Obrigado porque me entendeste...
Obrigado porque ficaste, ainda assim, a meu lado...
A mão que segurou a minha!
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
2008
Um 2008 de concretizações!...
Tantas que possamos ter...
Tantas que possamos querer...
Pessoais... Profissionais!
A dois... a sós!
Por mim... por ti!
Mas sempre, sempre para NÓS!
Tantas que possamos ter...
Tantas que possamos querer...
Pessoais... Profissionais!
A dois... a sós!
Por mim... por ti!
Mas sempre, sempre para NÓS!
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