quinta-feira, 10 de julho de 2008

LEVA-ME PRA CASA

E aconchega-me.
Deixa-me ficar, assim, quieta.
Num sossego que pode ser tudo, mas que não é nada!

E protege-me.
Dos medos sem fundamento.
Das angustias sem razões.

E salva-me.
Deste peso que me puxa e me dói.
Que não é necessário, mas que se impõe!

E adormece-me.
Num sono profundo.
Numa paz reveladora das minhas respostas!

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