sexta-feira, 13 de junho de 2008

SILÊNCIO

Seis meses de silêncio,
Sem perceber porquê!
Quatro anos de ausência,
Sem nunca perceber porquê!
Deixa-me triste, confusa, perdida até...
Como se pode perder uma harmonia num silêncio arrebatador, numa ausência inexplicável.
Deixas-me assim, sempre, sem respostas...
Não sei como te chamar... acho que já não me ouves, apenas a mim não me ouves...
Que pena sinto por te teres ido sem me teres precavido da tua distância implicitamente fria e silênciosa!
Que pena sinto por já não ser nada para ti!
Nunca esperei... do mundo serias a única pessoa que nunca esperaria!
Mas continuo, mesmo assim, com esperança de ti!
Só assim consigo ser apesar da tristeza, do silêncio, da ausência...

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